
PSA Peugeot Citroën com prejuízo de 962 milhões no semestre

Carros verdes da VOLVO
A bondade da promessa da Volvo de baixar 5g/100 km de CO2 por ano em todos os seus modelos é inquestionável, mas também é reveladora de um paradoxo insanável. A este ritmo, que até é razoável, o carro menos poluente da Volvo tornar-se-ia completamente limpo em 2030; o mais gastador, lá para 2100. Portanto, esta intenção da Volvo passará necessariamente por prescindir dos motores dependentes de hidrocarbonetos. Um passo decisivo nesse sentido vai ser dado em 2012, quando chegarem os primeiros híbridos da marca. Depois, logo se verá...
Enquanto esse dia não chega, e à falta de melhor alternativa, aprecia-se o esforço, feito de modo discreto mas relativamente eficaz e abrangente, de reduzir os níveis de emissões. A receita do conceito DRIVe Towards Zero que foi agora apresentado em Estocolmo é simples e obedece a um princípio igualmente óbvio: quanto menor a capacidade do motor, menor o seu consumo, logo, menores serão também as emissões de CO2.
Portanto, se à primeira vista, pode parecer estranho constatar que os maiores modelos da Volvo - S80 e V70 - passem agora a contar com o mesmíssimo motor 1.6 Diesel do mais pequeno modelo da marca - o C30 -, quando olhamos para os consumos de 4,9 l/100 km e para as emissões de 129 g/km de CO2, de repente, tudo faz sentido.
Pelo menos para nós, porque para os responsáveis da Volvo em Portugal, nem por isso. Para estes, o mercado português não iria aceitar lá muito bem uma motorização tão modesta em carros tão grandes e tão caros e só, eventualmente, o V70 terá direito a ela em Portugal. Nas gamas de acesso é que não há problemas desses e nos C30, S40 e V50, este motor surge acoplado a um sistema Start-Stop (que desliga automaticamente o motor quando o carro está parado), o que permite valores ainda mais apelativos: 3,9 l/100 km e 104 g/km de CO2 e, claro, preços mais baixos.
Outra novidade bem interessante resulta da aplicação do conceito DRIVe naquele que é um dos mais bem conseguidos produtos da marca: com o motor 2.4D (de 175 cv), o XC60 baixa para 6l/100 km o consumo médio e para 159 g/km o nível de emissões face à versão D5. Uma redução que depois tem recompensa no preço: 42.960 euros, uns bons 9 mil euros menos. Ficamos, portanto, todos a ganhar.
Nissan cai 120 milhões de euros

A Nissan anunciou os seus resultados comerciais para o primeiro trimestre do ano fiscal de 2009. Apesar de um lucro operacional de 90 milhões de euros, a marca nipónica teve uma perda líquida de 120 milhões de euros.
A Nissan anunciou hoje uma perda líquida após impostos de 120 milhões de euros no primeiro trimestre do ano fiscal de 2009, que termina a 31 de Março de 2010, comparativamente às receitas de 400 milhões de euros obtidas em igual período de 2008. O lucro operacional da casa nipónica atingiu os 90 milhões de euros, uma valor 85,5% mais baixo do que o verificado em igual período de 2008. Globalmente, a Nissan vendeu um total de 723 mil veículos entre Abril e Junho, uma descida de 22,8% comparativamente ao mesmo período de 2008. As vendas europeias totalizaram 118 mil unidades, número que espelha uma queda de 24,6%. Ainda assim, a Nissan mantém as suas previsões para este ano fiscal, pretendendo atingir um lucro operacional de 800 milhões de euros e uma perda líquida de 1,36 mil milhões de euros.
Automotor 29 Julho 2009
Produção automóvel europeia com queda acima dos 25 por cento este ano

Peugeot perde 962 milhões de euros no primeiro semestre

O volume de negócios do primeiro semestre registou uma quebra de quase 22 por cento para 23,5 mil milhões de euros, sofrendo uma quebra da actividade da sua divisão automóvel e da sua filial de equipamento automóvel Faurecia.
O grupo reduziu os seus stocks em 31 por cento no primeiro semestre para 431 mil veículos, contra 628 mil no princípio do ano.
"Os resultados semestrais da PSA Peugeot Citroën reflectem o impacto das más condições de mercado na Europa que os planos de melhoria do desempenho e os lançamentos de novos modelos só compensaram parcialmente", declarou o presidente do directório da PSA, Philippe Varin, citado num comunicado.
O grupo mantém a sua previsão de uma quebra de 12 por cento do mercado automóvel na Europa este ano, com uma quebra de 7 por cento no segundo semestre, prevendo "um começo de retoma em finais de 2010".
A PSA confirma ainda a sua previsão de uma perda operacional corrente entre 1 e 2 mil milhões de euros em 2009. No primeiro semestre, a perda operacional corrente foi de 826 milhões de euros.
Lucros da Honda caem 96% entre Abril e Junho

Os lucros da Honda caíram 96 por cento no segundo trimestre para 7,5 mil milhões de ienes (56,3 milhões de euros), na primeira quebra de benefícios do fabricante automóvel japonês em quatro anos.
Apesar das perdas, atribuídas às quebras nas vendas de carros e à revalorização do iene, a Honda reviu em alta as suas previsões para o conjunto do ano.
Os resultados do período de Abril a Junho foram melhores do que previam os analistas e indicam que o segundo construtor japonês de automóveis, referenciado pelos seus pequenos veículos ecológicos, parece estar a resistir melhor à crise do que os rivais.
A Honda subiu a previsão para o ano até Março de 2010 para 55 mil milhões de ienes (413,3 milhões de euros) de lucros, uma melhoria em relação à anterior previsão de 40 mil milhões de ienes (300,4 milhões de euros).
Outros fabricantes de automóveis japoneses prevêem profundas quebras no ano fiscal em curso.
DN Online
29 Julho 2009
Nissan mostra protótipo eléctrico

Lexus projecta rival do A3 e do Série 1

CE autoriza Fiat a comprar a Chrysler

Conversão dos actuais veículos automóveis em veículos eléctricos
O anúncio pela Nissan da construção em Portugal de uma fábrica de baterias de iões de lítio, destinadas a veículos eléctricos e envolvendo um investimento de €250 milhões, é obviamente uma excelente notícia, ainda mais no contexto de crise em que o mundo vive.
Esta decisão da aliança Renault-Nissan vem dar substância à estratégia do Governo para tornar Portugal um mercado obrigatório para os fabricantes de veículos eléctricos. Estes veículos, contudo, apresentam ainda um preço demasiado elevado, pelo que o Governo vai incentivar a sua compra em €5 mil (ou €6500 se for entregue um carro com motor de combustão para abate). O próximo passo será obviamente tentar captar um construtor internacional destes veículos do futuro.
Parece uma estratégia brilhante, mas não é a única. Pedro Sena da Silva, presidente da Autosil, defende uma alternativa: a criação de uma indústria de conversão dos actuais veículos automóveis em veículos eléctricos. Com efeito, Portugal é neste momento, no que toca ao parque automóvel, um mercado saturado ou muito próximo disso. Além disso, tendo em conta a situação de crise que vivemos, não é de esperar que as pessoas comecem a trocar furiosamente os seus carros actuais pelos novos veículos eléctricos que, em qualquer caso, não chegarão ao mercado português senão em 2011. Por isso, o que se propõe é que os sete milhões de veículos que existem no mercado português sejam reconvertidos pela indústria nacional. E isto porque já foram desenvolvidas com sucesso no país várias experiências de transformação de veículos comuns em veículos eléctricos. Em 2007, uma equipa da Escola Superior de Tecnologia de Viseu converteu um automóvel convencional (um Volvo de 1991) num veículo 100% eléctrico. E a Autosil procedeu à transformação de um Smart Fortwo para veículo eléctrico com uma bateria de ião de lítio construída pela empresa portuguesa.
Não deve, pois, ser muito difícil reunir o saber português que já existe sobre esta matéria, mais um grupo de empresas nacionais do sector automóvel, em particular a indústria de componentes para automóveis, e apostarmos na criação em Portugal de uma indústria de reconversão de veículos que pode vir a ter expressão internacional. Com efeito, se pensarmos que no mundo existem entre 800 milhões e mil milhões de veículos temos uma ideia da gigantesca tarefa que a humanidade tem pela frente, se efectivamente pretende transformar toda esta ciclópica frota convencional numa frota eléctrica.
Ora os grandes produtores actuais de veículos convencionais estão já a caminho de se tornarem produtores de veículos eléctricos. Mas haverá milhões de pessoas no mundo que não só não terão disponibilidades financeiras para comprar os novos veículos, como haverá muitos que vão preferir manter os seus automóveis actuais, adaptando-os à nova tecnologia. E aqui Portugal tem uma excelente janela de oportunidade.
É evidente que tem muito maior impacto anunciar acordos de investimento estrangeiro para criar fábricas de automóveis em Portugal. Mas o país ficará a ganhar muito mais se rentabilizar as suas capacidades nesta área, apostando na referida indústria de reconversão. Vamos tentar?
Nicolau Santos
Expresso Online
Segunda-feira, 27 de Jul de 2009
Renault revela modelo eléctrico
AUTOMOTOR 24-7-2009
Vendas de Automoveis Ligeiros de Passageiros em Junho 2009

Portugal vai ser um mercado líder nos carros eléctricos
Portugal vai ser um dos mercados líder no negócio dos carros eléctricos, dado o incentivo às energias renováveis, vontade política e à rápida absorção das novas tecnologias por parte da população, considerou hoje um especialista.
Josh Steinmann, da empresa norte-americana Better Place, uma das líderes mundiais em sistemas de gestão de carros eléctricos, declarou em entrevista à Agência Lusa que a empresa está "optimista" face ao mercado português, onde estuda a possibilidade de investir.
"Estamos extremamente optimistas de que Portugal vai adoptar os veículos eléctricos muito rapidamente e que vai assumir uma posição de liderança. Já vimos como foi rápida a adopção de telemóveis em Portugal e o uso dos cartões multibanco. Há um historial neste país de rápida absorção da tecnologia", explicou Josh Steinman.
Portugal arrancou nos últimos meses uma rede de carregamento de veículos eléctricos que até 2012 deverá contar com cerca de 1.300 pontos de carregamento lento (várias horas para repor a carga numa bateria) e rápidos (que demoram entre 30 a 45 minutos).
Por outro lado, o Estado português isenta de imposto automóvel os veículos eléctricos e o Governo já anunciou outros incentivos fiscais para quem adquirir este tipo de veículos.
"Com o volume de energias renováveis que está a ser instalado, com a liderança política [que favorece o veículo eléctrico] e com os incentivos económicos há muitas razões para sermos optimistas", acrescentou o responsável da Better Place, que está já a gerir redes em preparação em Israel, Dinamarca, Austrália, Califórnia e Hawai.
Steinmann deixou, porém, uma ressalva: "O ambiente que está a ser criado em torno do carro eléctrico tem que ser aberto e competitivo".
Josh Steinmann contou à Lusa que a empresa já manteve contactos com o Governo português sobre uma eventual participação na rede de carregamento de carros eléctricos em Portugal, bem como com as empresas nacionais envolvidas no projecto.
A rede portuguesa Mobi-E prevê instalação de pontos de carregamento em várias cidades (21 aderiram ao projecto), desenhados por um consórcio de empresas liderado pela EFACEC e incluindo a EDP Inovação, a Novabase, a Critical Software e o CEIIA (Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel). Já os postos de carregamento rápidos serão disponibilizados pela Galp.
Expresso Online, 24/7/2009
Volkswagen and Porsche: How do they match up?
• VW posted annual sales of almost 114 billion euros, more than 16 times Porsche's approximately 7 billion euros.*
• VW sold 6.27 million cars last year, more than 70 times the 87,000 cars delivered by Porsche.*
• VW has 370,000 staff globally vs 12,800 for Porsche
• VW's market value -- bloated by speculation that Porsche will buy more of its stock -- stands at more than 70 billion euros. Porsche's listed preferred shares are worth around 3.6 billion euros, but this excludes the unlisted voting shares held by the Porsche and Piech families.
• Porsche's stable of models is made up of the 911 sports coupe, the Boxster cabrio and its hardtop Cayman variant, the Cayenne SUV and the Panamera luxury sedan, with market launch slated for January 2010. It has plants in Stuttgart-Zuffenhausen and Leipzig in Germany and uses an assembly plant in Finland.
• VW's brands comprise the namesake VW hallmark on passenger cars, vans and light trucks, Audi, Skoda, Seat, Bentley luxury cars, sports car brands Lamborghini and Bugatti as well as Scania trucks. It has 61 plants in 21 countries including Germany, Spain, Brazil, China and Italy.
* Porsche's sales figures are based on the 12 months through January 2009, taken from its financial reports. VW sales figures are from the company's 2008 annual report.
Automotive News Europe July 23, 2009
Ford regista prejuízos abaixo do estimado
Excluindo itens extraordinários, a fabricante automóvel registou um prejuízo de 21 cêntimos por acção, abaixo dos 50 cêntimos estimados pelos analistas contactados pela Bloomberg.
No período homólogo do ano passado a Ford obteve um prejuízo ajustado de 8,7 mil milhões de euros, equivalente a 63 cêntimos.
Devido a ganhos contabilísticos relacionados com a redução da dívida, a Ford obteve um lucro de 2,26 mil milhões de dólares. A mais-valia contabilística foi de 3,4 mil milhões de dólares, depois da empresa ter reduzido a dívida em 7,7 mil milhões de dólares.
A Ford foi a unica das grandes construtoras automóveis norte-americanas que recusou ajuda governamental. Implementou um programa de corte de custos e conseguiu ganhar quota de mercado.
As receitas da Ford desceram 33% para 27,2 mil milhões de dólares, abaixo da queda de 40% da General Motors e de 46% da Chrysler.
Jornal de Negócios 23-7
Honda vê recuperação do mercado automóvel em 2011
O novo presidente da Honda, Takanobu Ito, disse esta segunda-feira que tem «esperanças» de que o mercado automóvel recupere em 2011 e que atinja o nível que tinha em 2007, ao mesmo tempo que reconheceu que nos Estados Unidos e na Europa o crescimento poderá ser mais lento.
Segundo afirmou Ito, durante uma conferência de imprensa em Tóquio, a Honda enfrenta, actualmente, uma situação «muito dura» com a queda da procura e o fortalecimento do iene.
A marca automóvel anunciou ainda que vai lançar dois novos híbridos no Japão no próximo ano, o «CR-Z» e o «Fit».
in Agencia Financeira IOL
Governo subsidia até 6.500 euros a compra de um carro eléctrico
O primeiro-ministro, José Sócrates, lançou ontem novas medidas para tornar Portugal mercado obrigatório para os fabricantes de carros eléctricos. Em breve será publicada legislação para dar incentivos aos consumidores que venham a comprar carros eléctricos, aliviar a carga fiscal das empresas que apostem em frotas deste tipo de veículos e permitir aos proprietários destes carros carregar baterias não só na rua mas também nas garagens.
O pacote terá sido decisivo para que a Nissan escolhesse Portugal para instalar uma fábrica de baterias de iões de lítio, mas vem sobretudo consolidar a aposta que o Governo lançou no fim de Junho sob a designação Mobi.E. O plano da mobilidade eléctrica inclui descontos na compra de carros eléctricos até 2012, pelo menos. A forma desse incentivo (deduções fiscais, desconto imediato no concessionário ou outras soluções) não está ainda definida, mas os portugueses poderão contar com um desconto de cinco mil euros na compra de carro eléctrico ou 6.500 euros se nesta compra entregarem para abate um usado.
A medida irá aproximar os preços destes carros aos dos veículos com motores de combustão interna. Os fabricantes que trabalham com carros eléctricos, como a Nissan, Renault, Mitsubishi e General Motors saem a ganhar, amortizando automaticamente uma parte substancial do sobrecusto dos carros eléctricos (estima-se que as baterias custem entre 6 mil e 10 mil euros).
José Sócrates, que daqui a dois meses será avaliado pelo eleitorado, quer que a mobilidade eléctrica seja igualmente uma preocupação das empresas. Para isso o Governo irá reduzir em 50% o IRC das empresas que decidam equipar-se com frotas de carros eléctricos. Os detalhes desta medida também não foram ontem divulgados.
Outra linha dos incentivos à introdução dos carros eléctricos obrigará as construtoras a terem uma nova preocupação: todos os novos edifícios com garagens serão obrigados a disponibilizar pontos de carregamento para carros eléctricos. Não ficou claro no anúncio de Sócrates se isso passará por tomadas eléctricas convencionais ou por pontos de carregamento como os que existirão na via pública, em que o proprietário do carro eléctrico usará um cartão de cliente para ter acesso à electricidade.
A Nissan recebeu o pacote de incentivos da melhor maneira. "O que vimos em Portugal foi um compromisso profundo", avaliou Eric Nicolas, vice-presidente da Nissan Europe. Os esforços do Governo arrancaram no ano passado, quando o presidente da Renault Nissan, Carlos Ghosn, veio a Lisboa lançar um estudo sobre a viabilidade de introdução de carros eléctricos em Portugal. Desde então, foi formalizada uma cooperação entre várias empresas para montar uma rede de abastecimento, que deve ter 100 pontos de carregamento ainda este ano e superar os 1.300 em 2011. "Após o nosso acordo no ano passado, todos no Governo português têm trabalhado arduamente, lado a lado com a aliança [Renault Nissan]", comentou Eric Nicolas.
A ACAP - Associação Automóvel de Portugal deu as boas-vindas à fábrica da Nissan. O seu secretário-geral, Hélder Pedro, disse à Lusa que "é extremamente positiva para o País e vem reforçar o 'cluster' automóvel". Mas a tónica posta por José Sócrates na mobilidade eléctrica pode também ser um golpe na venda de carros convencionais. Com um custo de aquisição subsidiado, o carro eléctrico tem consumos mais económicos do que os dos veículos a gasolina ou gasóleo. Mesmo assim, Eric Nicolas acredita que este impulso aos carros eléctricos não é fatal. "Não penso que em cinco ou dez anos vejamos os carros clássicos desaparecer", vaticinou.
In Jornal de Negócios
Mercado Europeu acelera após 14 meses de quebra
Ao todo, o sector na Europa obteve um crescimento de 2,4%, no mês de Junho, totalizando 1.461.859 unidades vendidas, escreve o «El País».
Apesar desta melhoria, o mercado automóvel mantém uma evolução negativa nos seis primeiros meses do ano, com uma quebra de 11%.
O principal responsável por esta recuperação é o mercado alemão que aumentou as suas vendas em mais de 40%, vendendo um em cada três carros novos.
Apesar do aumento, os fabricantes alemães avançaram que, no final do ano, a produção irá cair 13,7%.
A França é outro país pioneiro na aprovação de ajudas directas, embora já tenha advertido que as eliminará progressivamente em 2010, para evitar que o sector se acomode aos subsídios.
Entretanto, o ministro francês, Patrick Devedjian, já está a negociar com a Bruxelas a extinção destes dispositivos nos países da União Europeia.
Entre as maiores marcas, as que mais viram crescer as suas vendas foram a Volkswagen, com 11,9%, a Fiat (11,7%), a espanhola Seat (9,2%) bem como a Citroen (7%).
Entre as que têm menos quota de mercado destaca-se a forte subida da Hyundai, de 27%.
In IOL Diario